terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Não sei
Sinto que tenho algo cá dentro que por mais voltas que dê não consigo definir.
Uma letargia de nostalgias que não se dissolvem, mas que inquietam. Em tempo de Semana Santa, tempo em que Cristo ganha relevo, parece querer dizer que esta inquietação se revela necessária para mudar alguma coisa. Não quero mais nada do que tenho, e em verdade, já tenho muito que dar graças. Mas isto passa tão a correr... 15, 16... 18... 23. O que quero eu fazer? - Não sei. O que quero ser? - Não sei... Vivo a fazer contas ao presente, com um futuro "planeado" com 3, 4 semanas. Viver é escolher. E eu quero fazer as escolhas que resultem numa mais valia para o meu mundo. Eu sou o Daniel...
Uma letargia de nostalgias que não se dissolvem, mas que inquietam. Em tempo de Semana Santa, tempo em que Cristo ganha relevo, parece querer dizer que esta inquietação se revela necessária para mudar alguma coisa. Não quero mais nada do que tenho, e em verdade, já tenho muito que dar graças. Mas isto passa tão a correr... 15, 16... 18... 23. O que quero eu fazer? - Não sei. O que quero ser? - Não sei... Vivo a fazer contas ao presente, com um futuro "planeado" com 3, 4 semanas. Viver é escolher. E eu quero fazer as escolhas que resultem numa mais valia para o meu mundo. Eu sou o Daniel...
quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Verdade
Todos desejam ardentemente ter a verdade do seu lado e muito poucos optam por estar do lado da verdade.
Richard Whatley
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Bruxelas
No passado dia 27 de Dezembro parti para o encontro de Taizé em Bruxelas, com alguma curiosidade e ansiedade dentro da bagagem, mas com uma vontade enorme de conhecer outras pessoas, pois só assim conseguimos crescer enquanto seres humanos, não só a nível cultural e humano, como a nível espiritual e superior, o qual nos dá um alento muito maior para continuar a "morrer e a nascer de novo", deixando as nossas fobias para trás e alcançando a paz de espírito que precisamos para a nossa vida.
Quando o avião descolou do aeroporto da Portela, de seu nome Almeida Garrett, fi-lo com a certeza de tornar mais claro, algumas indefinições da minha vida, tendo para isso enfrentado alguma timidez que me retrai em determinadas situações, o que me fez ficar mais leve e ao mesmo tempo triste, pois senti que não soube lidar muito bem com as respostas que obtive, apesar de inicialmente estar preparado para tudo, pensava eu.
No entanto, sinto que regresso a casa com mais paz de espírito e rico a nível pessoal e afectivo.
Quando o avião descolou do aeroporto da Portela, de seu nome Almeida Garrett, fi-lo com a certeza de tornar mais claro, algumas indefinições da minha vida, tendo para isso enfrentado alguma timidez que me retrai em determinadas situações, o que me fez ficar mais leve e ao mesmo tempo triste, pois senti que não soube lidar muito bem com as respostas que obtive, apesar de inicialmente estar preparado para tudo, pensava eu.
No entanto, sinto que regresso a casa com mais paz de espírito e rico a nível pessoal e afectivo.
domingo, 21 de dezembro de 2008
Advento
Há já alguns meses que não tenho redigido nenhum pensamento, mas sinto a necessidade de o fazer.
Este fim de semana retirei-me da minha rotina quotidiana, que de há uns meses a esta parte não tem passado de faculdade casa e vice-versa, com umas passagens fugazes pela catequese e o grupo de jovens.
Retirei-me em Fátima, fazendo uma caminhada de preparação para o Natal, com muitas das pessoas que mais me têm marcado e ajudado ao longo da minha caminhada espiritual e de vida, sem deixar de sentir a falta de outras, que infelizmente não puderam estar presentes.
Aprendi que realmente, não vale apena fazer projecções a longo prazo, pois nesta vida nada é definitivo e eterno, ou seja, nada é um dado adquirido, à que viver um dia de cada vez, e não deixar de dizer aqueles que mais gostamos e que mais nos amam, que os amamos, neste caso muito em particular, a nossa família, pois sem ela nada somos, tendo sempre como linha orientadora o Senhor Nosso Deus e os caminhos que Ele tem para nós.
Agradeço a todos por estes momentos, e em particular ao seminarista que nos acompanhou, pois conseguiu levantar-me algumas questões que me deixaram com sede de respostas e ansiedade de as ter, como também me fez ver, que a vida é muito mais do que aquilo que nós vislumbramos, e à que nos sabermos moldar, de forma a melhor desfrutar daquilo que ela nos pode proporcionar.
Obrigado Senhor por estes dois dias.
Este fim de semana retirei-me da minha rotina quotidiana, que de há uns meses a esta parte não tem passado de faculdade casa e vice-versa, com umas passagens fugazes pela catequese e o grupo de jovens.
Retirei-me em Fátima, fazendo uma caminhada de preparação para o Natal, com muitas das pessoas que mais me têm marcado e ajudado ao longo da minha caminhada espiritual e de vida, sem deixar de sentir a falta de outras, que infelizmente não puderam estar presentes.
Aprendi que realmente, não vale apena fazer projecções a longo prazo, pois nesta vida nada é definitivo e eterno, ou seja, nada é um dado adquirido, à que viver um dia de cada vez, e não deixar de dizer aqueles que mais gostamos e que mais nos amam, que os amamos, neste caso muito em particular, a nossa família, pois sem ela nada somos, tendo sempre como linha orientadora o Senhor Nosso Deus e os caminhos que Ele tem para nós.
Agradeço a todos por estes momentos, e em particular ao seminarista que nos acompanhou, pois conseguiu levantar-me algumas questões que me deixaram com sede de respostas e ansiedade de as ter, como também me fez ver, que a vida é muito mais do que aquilo que nós vislumbramos, e à que nos sabermos moldar, de forma a melhor desfrutar daquilo que ela nos pode proporcionar.
Obrigado Senhor por estes dois dias.
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